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Movimento da escola moderna 

O MEM, movimento este que iniciou-se há poucos anos atrás , ( que engloba atividades lúdicas , novas tecnologias , aproximação do professor ao aluno , o aluno funciona independentemente, o professor  apenas gere a a aula, a compreensão dos problemas sociais e culturais em que o aluno está inserido ) continua a ser uma pratica pouco desenvolvida no nosso país, os alunos dos bairros sociais continuam a ser maltratados, incompreendidos tratados como animais , e postos de lado , é óbvio que o aluno que mora no bairro social, que tem problemas , mora numa barraca até , não vai logo à primeira acatar o conselho do professor, onde está o modelo   Montessoriano  adquirido nos anos 80.

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Principais dificuldades nos alunos de  e 2 ciclo 

Friel, Curcio e Bright (2001) argumentam que a compreensão dos gráficos é fundamental para se retirar a máxima informação a partir deles. Neste sentido, Ponte (1994) entende que a compreensão dos gráficos envolve o desenvolvimento de três competências: a sua leitura, interpretação e construção. A competência relacionada com a leitura de gráficos deve ser desenvolvida de modo a que os alunos sejam capazes de extrair dados do gráfico e produzir informação a partir deles (Wu, 2004). A interpretação de gráficos diz respeito à capacidade dos alunos formularem opiniões sobre a informação nele representada e a sua construção está associada à capacidade de saber representar ou editar dados graficamente. Wu (2004) acrescenta uma quarta competência, relacionada com a compreensão dos gráficos, que denomina por avaliação, defendendo que os alunos devem saber avaliar a precisão e eficácia de um gráfico.

As representações gráficas (gráficos, tabelas e diagramas) surgem em diversos contextos do dia a dia dos alunos (não exclusivamente escolares) e são usados, frequentemente, para comunicar dados estatísticos (Curcio, 1989). Justifica-se, assim, a necessidade de desenvolver nos alunos competências que os ajudem a representar e a interpretar essa informação de um modo crítico e reflexivo, elevando os seus níveis de literacia (Carvalho, 2009). No entanto, estas competências não se desenvolvem apenas por intuição, é necessário desenvolver metodologias de sala de aula que promovam.

trabalho com as representações gráficas, permitindo que os alunos realizem aprendizagens significativas sobre o conceito de gráfico e seus elementos e, consequentemente, desenvolvam a compreensão dos mesmos (Curcio, 1987; Shaughnessy, 2007).

O gráfico de barras simples é uma das representações fundamentais, pois é de fácil construção e leitura. Este gráfico é normalmente utilizado para representar dados de variáveis qualitativas ou quantitativas discretas, segundo categorias e é expresso por barras com uma largura uniforme, cuja altura ou comprimento é proporcional à quantidade que representam (Arteaga, 2010; Curcio, 1989). É composto por dois eixos perpendiculares, devidamente legendados e rotulados, que se intercetam na origem. As frequências também podem ser colocadas no eixo horizontal ou vertical. Na construção de um gráfico de barras simples, o espaçamento entre as barras deve ser aproximadamente igual à largura das barras, pois se for demasiado grande dificulta a comparação dos dados e se for demasiado próximo parece-se com um histograma (Silva, 2006).

O pictograma é usado para representar variáveis quantitativas discretas, através de símbolos que podem ser do mesmo tamanho e forma e que são colocados sobre um eixo horizontal ou vertical, devidamente legendado. Este tipo de gráfico, pelas suas características, é adequado para os níveis escolares iniciais (Carvalho, 2009). De facto, mesmo que utilizado sem legenda, o gráfico pode ser compreendido pelos alunos mais novos, uma vez que o símbolo é normalmente revelador do que se pretende representar, embora a sua divisão possa ser um obstáculo para algumas crianças (Curcio, 1989).

Ao construir um gráfico, os alunos têm que realizar um conjunto de procedimentos e usar uma série de conceitos e propriedades, relacionados com o seu tipo, que permita apresentar, de modo compreensível, informações que de outro modo seriam difíceis de interpretar (Arteaga, 2010). No entanto, os alunos nem sempre possuem os conhecimentos necessários sobre os principais elementos de um gráfico (Carvalho, 2009), essenciais na compreensão das relações nele representadas e que, segundo Curcio (1989), são o título, os rótulos dos eixos e as escalas. Silva (2006) complementa a lista destes elementos, acrescentando a legenda e as linhas auxiliares e distingue duas áreas distintas onde eles se dispõem: a área do desenho do gráfico e a área exterior ao gráfico. Dependendo do seu tipo, a área do desenho do gráfico deve incluir os eixos, construídos segundo linhas retas e onde são colocadas as frequências e as variáveis dependentes

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1 e 2 ciclo 

Na minha opiniao este espaco entre os 6 e os 12 anos e o Mai’s importante na vida das criancas, Entrada na vida Ativa, apanhar o auto carro para ir para as escolas,problemas que os alunos tem em casa, as dificuldades economicas.

Obvio que muito a alunos chegam a esta altura da vida felines ansiososos por ir para a escola, epoca essential para estudar e definir um objetivo para a vida , quero ser medico, entao vou comecar a lutar por notas boas, quero ter uma profissao que nao me de muito trabalho , professor, psicologo, etc, Bom sends assim vou me divertir said com os meus amigos,ok.

Fatores que influenciam isto 

Educação dada em casa, problema que os professores sentem enormes dificuldades em lidar com alunos de etnia cigana , é necessário compreendê-los , constatar que não são alunos normais ( talvez uma pós-graduação ajuda-se muito nesta temática ).

Depois temos alunos meio sem objetivos ainda não sabem bem o que querem ser, ninguém lhe incute um objetivo , um projeto de vida, olha tu vais ser isto.

Nesta fase alguns alunos distanciam-se da escola o máximo possível , muitos vão trabalhar para  o campo com 13 / 14 anos , sem dúvida alguma que o buraco mais fundo da educação está no 2 ciclo 

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Transicao do jardim de infancia ao 1 ciclo 

Alto  que eu tentei também fazer ao longo da minha prática pedagógica, como se poderá observar mais à frente. Por fim, estabelecia uma relação com a criança baseada pela “recriprocidade, pela igualdade de direitos e responsabilidades e pela minimização de atitudes autoritárias” (Oliveira- Formosinho & Araújo, 2008, p.40). Em suma, a educadora cooperante considerava muito importante proporcionar às crianças atividades tendo em vista um desenvolvimento equilibrado de todas as suas potencialidades e respondendo sempre às suas necessidades e interesses. A assistente operacional surgia de forma a acompanhar uma das crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) de modo a auxiliar a sua integração na sala e nas mais diversas atividades sensório-motoras propostas.utilizava o metodo de aprendizagem cooperativa com trabalho de pares, atraves de conversar com os pais a educators a conseguem perceber a melhor forma de lidar com a crianca.

Pronto os Passos essenciais para ser um Bom educator, baseiam-se que vao ter de mud at fraldas até anos tres anos , depois utilizava a parte do quarto onde brincam e dao de comer anos seus bonecos, inicia-se depois a  fase das imitacoes deferidas na casinha.

Nesta fase o modelo que melhor se adapta é o high scope.

Segundo Petriwskyj, Thorpe & Tayler (s.d., citado em Vasconcelos, 2009, p.49- 50) as investigações sublinham, assim, a importância das transições ao longo da vida das crianças, jovens e adultos e consideram que estas podem causar perturbação emocional ou social, bem como descontinuidades nas aprendizagens. No caso da transição para o 1oCEB essas descontinuidades estão salientes nas atitudes e comportamentos das crianças (Nabuco & Lobo, 1997, citado em Vasconcelos, 2007, p.44) nomeadamente as birras e a indisciplina que podem ocorrer uma vez que as crianças não estão preparadas para a escolarização, ou seja, para a aquisição de competências mais complexas (ler e escrever, por exemplo)Importante entrar para um GRUPO e estar adequado fazer o impossivel para de impor